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05/11/2004 01:11
HOLA!
Vi agora a pouco esta reportagem no site www.msn.com.br sobre este filme,"Língua-Vidas em Português", que parece ser muito interessante, e conta com a participação do José Saramago, de quem eu sou fã.
ESTRÉIA - "Língua-Vidas em Português" exalta diversidade do idioma
SÃO PAULO (Reuters)
Na pré-história, o homem já emitia grunhidos para se comunicar. Mais tarde, passou a se expressar com seus rabiscos nas paredes das cavernas. Todos aqueles símbolos cresceram, se ramificaram e deram origem a milhares de palavras, vocabulários e expressões.
Nasceu a poesia, o trocadilho, a digressão e o pleonasmo. Então chegaram os tempos modernos, a era da incessante busca pela agilidade. A língua lapidada em milênios começa a ser abreviada, compactada.
"Estaremos vivendo um retrocesso, o retorno à caverna?", questiona o escritor José Saramago no documentário "Língua -- Vidas em Português", estréia desta sexta-feira.
Assim como Saramago, prêmio Nobel de Literatura, outras personalidades e também anônimos estão presentes no longa-metragem de estréia do diretor Victor Lopes.
Sem pretensões de fazer um estudo lingüístico ou um traçado da história da língua portuguesa, o filme é um delicioso mergulho nas culturas que a têm como idioma.
Depoimentos do colono e do colonizador, do cético e do religioso, revelam que as divergências sociais e a distância geográfica não desintegram a unidade da língua materna.
Filmado em seis países, Portugal, Moçambique, Índia, Brasil, França e Japão, o documentário deixa de fora nações em que o português é a língua oficial, como Angola, Guiné Bissau e Cabo Verde.
Por outro lado, divulga a pequena Goa, cidade de colonização portuguesa situada no vasto território indiano, e também destaca o cotidiano de imigrantes brasileiros em Tóquio.
São essas escolhas que revelam um roteiro sem marcações e cronologia. Apenas retratos da vida de transeuntes e figuras ilustres. O diretor faz mesmo o que o escritor moçambicano Mia Couto ressalta no filme: "No fundo, não estás a viajar por lugares, mas sim por pessoas."
É difícil negar que dentro desse mundo lusófono -- de aproximadamente 200 milhões de pessoas -- algumas cenas evidenciem as diferenças coloniais. No invadido Grande Hotel de Moçambique, outrora glorioso, está um menino que sonha ser um cantor de rap, famoso como seus ídolos norte-americanos.
Mas não se trata de um filme político. Os 105 minutos de película são entrecortados por preciosos depoimentos de Martinho da Vila, João Ubaldo Ribeiro e Teresa Salgueiro, cantora do grupo português Madredeus. Além da poesia da língua há a poesia da terra.
(Por Erika Corrêa, do Cineweb)
Bom.. por ora, é isso mesmo... estou sem assunto...
Tive uma prova hoje de latim, mas por causa de uns probleminhas eu acabei não consegui faze-la, e a professora (graças a Deus!) me deixou fazer a prova dia 11, com a turma do noturno... uff!
Enfim, meu dia foi uma droga, uma lástima, deu tudo errado!
Mas... deixa pra lá... foi só um dia ruim...amanhã será melhor (será?)
beijim... e tchauzim... *(^_^)*
enviada por *@ninh@*
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